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RÁDIO MIDI MUSICAL: teclados
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Tecladistas famosos

Bernie Worrell


No mundo do Funk, Bernie Worrell pode ser considerado o melhor tecladista e um dos mais influentes de todos.
Um verdadeiro prodígio, que começou a tocar piano aos três anos de idade e se tornou compositor aos 8.
Ele foi o responsável por fundar a banda Parliment-Funkadelic, junto com George Clinton, com quem tocou piano, sintetizadores e órgão, além de compor parte do material mais influente do grupo. No entanto, foi seu uso do Minimoog que o destacou. Ninguém tocou o Minimoog da mesma maneira que Worrell.

Ele tocou com o Talking Heads, e participou do filme Stop Making Sense.

Jean Michel Jarre


Jean Michel Jarre é nada mais nada menos que o criador do álbum francês mais vendido de todos os tempos: Oxygene. Sim, é isso mesmo. Oxygene chegou às prateleiras em 1976, e conquistou sucesso imediato.


Jarre compõe suas músicas com a naturalidade de um maestro. Cria teclados e combinações que nunca existiram antes, tudo para criar sons magníficos, que são quase que hipnóticos.

O que é música MIDI ?


Introduzidos a mais de 30 anos no mundo da música eletrônica, os controladores MIDI são componentes essenciais em muitos sintetizadores musicais, e se tornaram pilares para a interação entre instrumentos eletrônicos e interfaces digitais. Ainda assim, muitas dúvidas sobre esta tecnologia e suas funcionalidades são encontradas quando o assunto é produção musical, principalmente para produtores que trabalham nos home studios ou até mesmo estúdios mais profissionais. Entenda como a tecnologia MIDI atua e conheça seus parâmetros.

A Tecnologia MIDI

  Na década de 80 muitos estudiosos enxergavam cada vez mais além os avanços da computação e a interação com a produção música eletrônica, até então produzida e manipulada por meio de recursos analógicos. Assim como vimos em A Era Digital da Música Eletrônica, a sintetização sonora estava cada vez mais presente nos estudos de muitos engenheiros da computação, e o desenvolvimento de novas tecnologias voltadas para a criação de música eletrônica através de computadores crescia com o passar dos anos.

  Em 1983 surgiu então a tecnologia que revolucionaria o universo da música eletrônica: a tecnologia MIDI. Para entendermos melhor o que é essa tecnologia, vamos entender o que de fato, ela não é.

– MIDI não é música/som/efeito.

– Controladores MIDI não produzem ou criam sons.

– MIDI não é um formato de arquivo como MP3 ou WAV.

 Basicamente, a MIDI (Musical Instrument Digital Interface) atua como mediadora da comunicação de instrumentos eletrônicos com computadores, samplers, DAWs, entre outros recursos digitais, compartilhando informações de maneira modulada entre todos os elementos conectados dentro de um estúdio.

 Os controladores MIDI foram inventados com o objetivo de permitir ao produtor criar e controlar notas musicais em diferentes recursos ao mesmo tempo. Ao fazer um arranjo no teclado, por exemplo, o músico pode obter a mesma nota musical em mais dois sintetizadores e um sampler. Em uma troca constante de informações, os diferentes recursos de sintetização sonora são controlados por uma única interface para criar, compor, gravar, sincronizar e editar música eletrônica, graças à tecnologia MIDI.

Entrada e Saída MIDI, conectores DIN de cinco pinos 
que fazem a comunicação em um estúdio.

A combinação entre a MIDI e os avanços dos computadores revolucionou a maneira como as pessoas faziam música. Não era mais necessário ter equipamentos caros e espaçosos, ou uma grande estrutura para abrigar um estúdio. Qualquer músico produtor poderia montar seu próprio estúdio em casa, apenas com um computador, teclado e um software de produção musical.

Parâmetros e Controladores MIDI 

  A comunicação entre os elementos de um estúdio, seja ele profissional ou home estúdio, é essencial para o produtor alcançar todas as possibilidades oferecidas pelos recursos disponíveis. Os instrumentos e controladores MIDI trabalham em uma mesma linguagem, ou seja, os softwares e elementos conectados entendem de forma uniforme os mesmos comandos e mensagens, conhecidas como dados MIDI. Abaixo temos alguns exemplos desta lista de mensagens e controladores que podem compor os dados MIDI.

– Note On – este parâmetro informa quando uma tecla é pressionada ou se uma nota foi tocada em algum outro instrumento conectado, como MIDI guitar por exemplo. Além disso, o Note On carrega instruções sobre qual nota foi tocada e informa a velocidade desta nota (a intensidade com a qual ela foi executada).

– Note Off – este dado MIDI comunica e avisa quando o arranjo termina ou se a nota ainda está sendo executada.

–  Control Change –  este recurso indica quando algum controlador (pedais ou knobs) são acionados ou alterados. O dado MIDI do Control Change informa em números as alterações feitas pelos controladores, e os valores podem variar de 0 a 127.

– Pitch Wheel Change – com este dado MIDI o produtor pode dobrar o pitch da nota tocada em algum teclado MIDI ou outro instrumento eletrônico conectado.



Estes comandos são salvos e armazenados em um arquivo de extensão .MID, que carrega todas as especificações e instruções de como o conteúdo sonoro deve ser emulado nos sintetizadores.

  Quando executamos uma nota em um teclado MIDI, além de gerar um som, o teclado criará um dado MIDI daquele conteúdo sonoro. Conectando o teclado ao computador, podemos gravar este som em um sintetizador ou software que reconheça as definições MIDI, e a partir dele manipular o som como quisermos, além da possibilidade de conectar samplers e outros recursos digitais que se comportarão de acordo com os comandos definidos nos controladores MIDI. Estes controladores não criam sons, eles apenas informam como os elementos conectados devem se comportar quando algum arranjo é tocado.

Instrumentos e Softwares MIDI

  Atualmente a tecnologia MIDI está presente na maioria dos softwares de produção musical. Softwares como o Logic Pro, Pro Tools, Cubase são exemplos de DAWs (Digital Audio Workstation) que trabalham com dados MIDI e são compatíveis com qualquer instrumento eletrônico MIDI. Estes poderosos softwares são capazes de trazer todas as funcionalidades de um estúdio profissional para um simples computador de mesa ou notebook, que terá a função de interpretar e processar diferentes comandos MIDI pré-determinados no controlador conectado ao PC.

  Os elementos MIDI de um home estúdio comunicam-se através de cabos MIDI, conectores DIN de cinco pinos que conectam todos os componentes possibilitando a interação entre eles. A grande maioria das placas de áudio possuem um conector ou saída MIDI, mas para algumas exceções podemos encontrar no mercado adaptadores que podem tornar qualquer dispositivo compatível com MIDI, até mesmo celulares e tablets.

A tecnologia MIDI possibilita a interação direta entre controladores (teclados e samplers)
com interfaces digitais em computadores, smartphones e tablets.

 Os instrumentos MIDI são chamados de controladores, e por meio de teclas, knobs ou pedais oferecem ao produtor uma infinidade de recursos para modular o som. Este conteúdo sonoro passa então para o sequenciador, os famosos DAWs que falamos anteriormente. Estes softwares podem ser chamados de sequenciadores pois interpretam diferentes sequências de comandos estipulados pelo produtor. A gravação multipistas destes programas permitem gravar diferentes tracks de forma cronológica e com diversos instrumentos, timbres, notas e sons diferentes, trabalhando com sintetização sonoras complexas que são simplificadas com os recursos digitais destes softwares.

 A MIDI se tornou uma forte aliada da digitalização da música eletrônica, e revolucionou o universo da produção musical. Os recursos avançados de estúdios profissionais se tornaram acessíveis a qualquer produtor musical munido apenas do conjunto teclado musical/computador/software.

  Agora que você sabe um pouco mais, é hora de praticar!





Fonte:Informações: planetamusica.net

O que é MIDI ?

A MIDI permite que vários instrumentos sejam tocados em um único controlador (muitas vezes um teclado, como retratado aqui), o que torna as configurações de palco muito mais portáteis. Este sistema se encaixa em um único case. Antes do advento do MIDI teria exigido quatro teclados distintos, além de mixer externo e unidade de efeitos.

MIDI (abreviação de Musical Instrument Digital Interface) é uma norma técnica que descreve um protocolo, interface digital e conectores e permite a conexão e a comunicação entre uma grande variedade de instrumentos musicais eletrônicos, computadores e outros dispositivos relacionados.[1] Uma única ligação MIDI pode carregar até dezesseis canais de informação, cada um dos quais pode ser encaminhado para um dispositivo separado.

O MIDI carrega mensagens de evento que especificam notação, pitch e velocidade, sinais de controle para os parâmetros, tais como volume, vibrato, panning, pistas e sinais de MIDI clock, que definem e sincronizam ritmo entre vários dispositivos. Essas mensagens são enviadas através de um cabo MIDI para outros dispositivos onde são controladas a geração de som e outros recursos. Esses dados também podem ser gravados em um dispositivo de hardware ou de software chamado de sequenciador, que pode ser usado para editar os dados e reproduzi-lo em um momento posterior.

A tecnologia MIDI foi padronizada em 1983 por um júri de representantes da indústria da música, e é mantido pela MIDI Manufacturers Association (MMA). Todos os padrões oficiais MIDI são desenvolvidos e publicados em conjunto pela MMA em Los Angeles, Califórnia, EUA, e para o Japão, pelo MIDI Committee da Association of Musical Electronics Industry (AMEI), em Tóquio.

Vantagens do MIDI incluem compacidade (uma canção inteira pode ser codificado em algumas centenas de linhas, ou seja, em poucos kilobytes), e também a facilidade de modificação, manipulação e escolha dos instrumentos.

O desenvolvimento do MIDI

Até o final da década de 1970, os dispositivos musicais eletrônicos foram se tornando cada vez mais comuns e acessíveis na América do Norte, Europa e Japão. Sintetizadores analógicos mais antigos eram normalmente monofônicos, e controlados através de uma tensão produzida por seus teclados. Fabricantes utilizavam esta tensão para ligar instrumentos em conjunto, de modo que um dispositivo poderia controlar um ou mais outros dispositivos, mas este sistema era inadequado para controle de sintetizadores digitais e polifônicos mais recentes. Alguns fabricantes criaram sistemas que permitiram a interligação do seu próprio equipamento, mas os sistemas eram incompatíveis, por isso, os sistemas de um fabricante não podiam sincronizar com os de outro.

Em junho de 1981, o fundador da Roland Corporation, Ikutaro Kakehashi, propôs a idéia de padronização para o fundador da Oberheim Electronics, Tom Oberheim, que então conversou com o presidente da Sequential Circuits, Dave Smith. Em outubro de 1981, Kakehashi, Oberheim e Smith discutiram a idéia com representantes da Yamaha, Korg e Kawai.

General MIDI

General MIDI ou GM é uma especificação para sintetizadores que impõe vários requisitos para além da norma MIDI mais geral. Enquanto que a norma MIDI proporciona um protocolo de comunicações que assegura que diferentes instrumentos (ou componentes) possam interagir a um nível básico (por ex., tocando uma nota num teclado MIDI vai fazer com que um módulo de som reproduza uma nota musical), o General MIDI vai mais além de duas maneiras: ele requer que todos os instrumentos compatíveis com o GM tenham um mínimo de especificações (tais como pelo menos 24 notas de polifonia) e associa certas interpretações a vários parâmetros e mensagens de controle que não tinham sido especificadas na norma MIDI (como a definição de sons de instrumentos para cada um dos 128 números dos programas).[
Os engenheiros e designers de sintetizadores da Sequential Circuits, Dave Smith e Chet Wood inventaram uma interface universal para sintetizadores, o que permitiria a comunicação direta entre equipamentos de diferentes fabricantes. Smith propôs esta norma na amostra da Audio Engineering Society, em novembro de 1981.[2]:4 Ao longo dos próximos dois anos, o padrão foi discutido e modificado por representantes de empresas como Roland, Yamaha, Korg, Kawai, Oberheim, e Sequential Circuits,[5]:22 e foi rebatizado de Musical Instrument Digital Interface. O desenvolvimento do MIDI foi anunciada ao público por Robert Moog, na edição de outubro 1982 da revista Keyboard .

Até o Winter NAMM Show de janeiro 1983, Smith foi capaz de demonstrar uma conexão MIDI entre o seu sintetizador analógico Prophet 600 e um Roland JP-6. A Especificação MIDI foi publicada em agosto de 1983.[4] O padrão MIDI foi divulgado por Ikutaro Kakehashi e Dave Smith, que em 2013 receberam o Technical Grammy Award por seu papel-chave no desenvolvimento do MIDI.

Fonte:https:wikipedia.org/